Momento novela

É claro que em algum momento eu iria falar de novela. E esse momento chegou. Darei meu pitaco sobre a novela das 9, Caminho das Índias. Mas calma… Eu não vou falar da trama e nem dizer o que eu acho do núcleo indiano. Até porque, seu eu fizesse isso, esse texto ia ter umas duas páginas.

 

Meu comentário é sobre a trilha sonora. A novela tem até músicas boas, de cantores que eu gosto. Como o Nando Reis, por exemplo. Mas tem muita música velha, tipo: Puro Êxtase do Barão Vermelho, Alma da Zélia Duncan, Lembra de Mim do Emílio Santiago. Não que eu não goste dessas músicas e nem que elas sejam ruins, mas já tocaram em outras novelas. Alma fez parte da trilha sonora do Clone, diga-se de passagem, uma novela da Glória Perez, mesma autora de Caminho das Índias.

 

tv 

 

Repetição de trilha sonora é algo muito chato, as pessoas já se cansaram de ouvir aquele som em outra novela, com outro personagem. Sem contar que, qualquer canção que faça parte da trilha de uma novela, principalmente global, ganha uma repercussão enorme. O sujeito pode ouvir uma música e odiá-la, entretanto, se essa mesma música passar na globo por voltas das 21 horas ela vira sucesso, o cara vira fã.

 

A televisão tem um poder absurdo de influenciar as pessoas. E a novela, por ser o produto de TV mais valorizado no Brasil, tem um poder ainda maior. Repetir músicas nas trilhas das novelas é perder a oportunidade de criar um novo hit, de fazer os telespectadores se interessarem por outra música. Já que a maioria das pessoas vira fã das canções noveleiras, que pelo menos sejam músicas atuais. Até pra dar uma ajudinha pros cantores nesses tempos de crise.

 

Dois é bom, três é demais

Bom…tô aqui de novo. Mais uma vez tentando manter um blog e espero sinceramente  que dessa vez eu consiga. Vou começar contando a experiência de ouvir três músicas ao mesmo tempo. Estava com meu  mp4 ouvindo A Hard Day’s Night dos Beatles (É bom se acostumar porque eu sou fã “chata” da banda e provavelmente vou falar mais dela por aqui) e meu colega de van (vulgo José) estava com seu ipod curtindo seu Saint Germain. Cada um na sua, no seu estilo musical. Mas resolvemos compartilhar nossos fones e passamos a ouvir as duas músicas ao mesmo tempo. Foi meio louco, as canções não tinham sincronia, mas deu um bom resultado, ficou legal. Mesmo quando elas não combinavam a mistura era interessante.

Mas como eu disse… estávamos numa van que, infelizmente, tem um aparelho de som. Então nossa mescla de música foi obrigada a contar com um 3º elemento. Aquelas  músicas pop que tocam em rádio que somos obrigados a ouvir na van, no ônibus, no supermercado… Nada contra quem goste, é que eu não sou muito fã desse estilo de música, ainda mais quando ela interfere numa combinação sem noção, mas interessante de som.