Meus devaneios

Que saudade de você. Quanto tempo não venho aqui. Ando te abandonando por conta do http://oterceiroturno.wordpress.com/, por conta do TCC, por conta do twitter, e por conta de outras coisas também.

Estou de volta, mas não tenho muita coisa pra falar. Na verdade esse é o problema: falta de assunto. Vir aqui pra escrever nada, escrever besteiras ou, como dizem certos professores, escrever devaneios.

Fiz esse blog com a preocupação e cuidado de não fazer dele um diário. Mas não tenho conseguido manter minha promessa. Ando sem tempo, sem ideia, sem muita vontade. Tenho me dedicado a embelezar esse espaço, mas não em colocar conteúdo nele. E esse é o mal de muita gente, fazer coisas lindas e vazias.

Então, vamos pro diário. Acho que já me decidi em relação ao meu TCC (esse “acho” não é muito animador, né?), tô fazendo o Terceiro Turno andar com a ajuda de @ze_vinicius, tô ouvindo Andrea Bocelli agora, tem um tempão que não vejo um jogo do galo e do Cristiano Ronaldo, tem meses que não assisto a um telejornal (parece que foi só terminar telejornalismo na faculdade pra parar de assistir os jornais) e tem mais meses ainda que não consigo tirar a discografia dos Beatles do meu mp4.

Enquanto não tenho conteúdo pra colocar aqui vou colocando minhas ideias sem nexo. (Agora tô ouvindo Beirut, aquela música de Capitu. Saudade da microssérie, ela foi ótima). Espero ter coisa melhor pra colocar aqui da próxima vez, enquanto isso deixo um vídeo de Capitu. Já que falei dela, porque não ver um pedacinho da obra?

Meu mundo caiu

Na verdade não foi bem o meu mundo que caiu, mas o meu TCC (que para uma universitária prestes a se formar é quase a mesma coisa). Tenho que entregar o esboço do projeto até o início da primavera, que é semana que vem, e nem ao menos tenho uma ideia na cabeça.

Tive uma ideia. Na verdade duas. Fiquei numa puta dúvida entre literatura e internet. Escolhi a segunda e me ferrei. O que eu pensei em fazer é difícil. Segundo minha desorientadora, é impossível. Então… voltei à estaca zero. Não sei se faço outra coisa relacionada à Web, se faço o que tinha pensado mesmo e dane-se se é inviável, se volto a cogitar a literatura, se me jogo em Gabriel Gárcia Márquez e esqueço que nenhum dos meus professores conhecem o moço.

Acho que vou ficar no lugar do moço aí

Acho que vou ficar no lugar do moço aí

Enfim… novamente não sei o que fazer. Volto dessa forma ao início de agosto, quando não tinha noção do que fazer pro meu bendito TCC. Pedi ajuda pro meu ex-prof, mas acho difícil ele me responder. Mas tudo bem, se não tiver resposta eu entendo.

Não vou me desesperar. O stress por não ter mais projeto até passou. Sou um poço de tranquilidade agora. Não pensarei mais nisso até o fim dessa semana. Ou melhor, não me preocuparei em pensar nisso mais. Quando tiver que ter uma ideia, terei. Não vou forçar, não vou enbranquecer meus cabelos nem aprofundar minhas rugas.  Tchau TCC! Você não me tira do eixo mais.

Agora vou pra biblioteca pegar “Doze contos peregrinos” do meu querido García Márquez, que tem mais ou menos umas 600 páginas. E esquecer que você existe Trabalho de Conclusão de Curso. Venha me acalmar G.G.M.

Sem tempo

Quando eu mudo o tema do blog e falo que agora vou atualizá-lo frequentemente, descubro que não vai ser possível. Tô sem tempo. Tenho que fazer um blog pra faculdade, tenho quer ler mil livros pro meu TCC, tenho que bater o dedo 45 vezes na autoescola e estudar pra prova (que eu espero que seja em outubro) tenho que trabalhar e… tenho que dormir. Então ficarei um bom tempo sem aparecer por aqui. Mas enquanto eu não escrevo, vou deixar uma videozinhos aqui, dos sons que eu tô ouvindo ultimamente.

Ah…  e o blog que eu tenho que fazer é sobre política, se alguém tiver uma dica de nome eu agradeço. Não tô conseguindo dar um nome pra ele.

Campeã do Twitter

Tô com sono, fui dormir ontem às 2h40, e adivinhem por quê? Resposta simples: Twitter. Esse negócio vicia mesmo. Ontem foi o dia mais divertido, empolgante e interessante do Twitter, pelo menos pra mim. Entrei, às 21h e como de costume conversei com meus amigos que estavam conectados no momento. Bom papo, discussões bacanas (licença pra usar isso Talita), besteiras, coisas inúteis e até aula de jornalismo tivemos (e com um professor que não é jornalista, mas foi ótimo).

Enfim, a conversa estava muito boa até que querida Natasha me informou que eu estava no 10º lugar de um ranking de brasileiros que mais twitaram na última hora. Não acreditei, ri pra caramba, mas fui conferir e vi que era verdade (se alguém quiser acompanhar esse ranking: http://blablabra.net/). A partir daí o foco se tornou atingir o topo. Porque ficar em 10º? Se temos uma competição em frente temos que tentar ganhar. Aí começou a saga, a disputa por posições, as provocações aos adversários e a ajuda importantíssima de Natasha e Zé Vinícius.

031009_repor_rolemans00

Não sei quantos tweets eu fiz naquela noite, mas posso garantir que passaram dos 100. É incrível como qualquer tipo de competição é capaz de te empolgar. Não queria ficar em terceiro pra ser um Rubinho, nem em segundo pra ser um Massa, queria o topo do Shummacher (não acredito que tô falando isso). E consegui. Aqui a prova: http://twitpic.com/geg7y.   Muitas coisas boas e úteis foram escritas, e também coisas inúteis e idiotas. Mas fizemos coisas interessantes; como zuar a Talita, discutir sobre o curso (Jornalismo, afinal queremos o diploma mesmo que não seja mais necessário), pedir pra nossa professora Sônia fazer uma conta no microblog, pensar no famigerado T.I., fazer análise dos blogs dos nossos colegas, enfim… muita coisa entrou nesses mais de 100 tweets.

Agradeço aos meus amigos insones que me ajudaram. Não sei se entro nessa competição de novo, é muito cansativo rs. O objetivo agora é divulgar a Abelha Fístula no Twitter.  Só durante a competição consegui 15 seguidores no microblog e 15 visitas neste pequeno blog aqui. É isso, essa foi uma fase que passei no twitter, entrar numa competição e vencer. Agora é buscar explorar as outras possibilidades que essa nova ferramenta está nos oferecendo. Só espero não ficar acordada até tão tarde pra ter que chegar nessas possibilidades.