É hora de assoprar as velinhas

Um ano. Quem diria que esse blog teria fôlego e assunto pra sobreviver tanto tempo. O Abelha Fístula foi minha segunda tentativa de criar e manter um blog. Comecei levando a sério, pensando cuidadosamente no nome que daria a ele e com o firme propósito de atualizá-lo frequentemente. Bom, no fim das contas acho que consegui fazer o que pensava. O blog vingou, não o abandonei, consegui escolher um bom nome (com a ajuda de @ze_vinicius) e mesmo que não tão frequentemente assim, eu o atualizo sempre que posso.

Em um ano de trajetória escrevi 34 posts (este é o 35º) divididos em 7 categorias e destacados por 80 tags criadas. Durante os últimos 12 meses os meus textos receberam 141 comentários (lembrando, claro, que eu também comento. Sempre respondo quem passa por aqui e deixa seu recado). Para mim o mais importante para um blog é a sua audiência, e já que estou escrevendo na Internet, local em que o mundo inteiro está presente, é essencial que o Abelha Fístula seja visto, lido e… se não for pedir muito: que ele seja comentado.

Nos últimos tempos o blog vem mantendo uma média de 36 visitas diárias e, já que comecei com números, vamos a eles. No primeiro mês do blog, março de 2009, ele recebeu a visita de 46 pessoas. Esse número foi subindo ao passar do tempo e com minha maior frequência em escrever e também em divulgar o blog em outros espaços, como Twitter, Facebook e blogs de outros colegas. O ápice de visitações aconteceu em novembro do ano passado, naquele mês 787 pessoas passaram por aqui. Esse número pode ser quebrado ainda neste mês, já que março de 2010 está com 726 visualizações até agora. Somando as visitas que o Abelha Fístula recebeu desde o dia 23 de março de 2009 até hoje, 23 de março de 2010, chegamos ao número de 5.737 visitações no total.

A post mais visitado, fora a página inicial de todos os dias (que tem um total de 2.792), é o Casa na árvore, que somou 1.150 visitas até hoje. Não sei o motivo, mas este foi meu post mais visitado, mais lido. Ele fez tanto sucesso que pensei em escrever sobre o tema de novo. Acabei não fazendo isso, deveria ter feito e conseguido mais dezenas de visitantes, mas pareço não ligar tanto para os números, porque se ligasse… ah seu ligasse, com certeza só estaria escrevendo sobre Big Brother.

Mas enfim, este blog completa um ano com algumas utilidade e milhares de inutilidades. Tento não fazer dele um diário, mas nem sempre consigo. Às vezes escrevo besteiras e outras vezes também. Vida que segue, segue e eu sigo escrevendo. Acho que o importante é isso. Seja besteira, inutilidade, coisas interessantes ou inteligentes, o bom é escrever. Praticar essa tarefa árdua todos os dias, saber e aprender qual palavra usar, em qual momento, aprender a gramática no meio de um post, descobrir que repito certas palavras demais… e por aí vai.

Vou continuar por aqui escrevendo e espero que você continue aí, lendo as coisas que eu escrevo. E se achar bom ou ruim, diga. Pode comentar, se sinta à vontade. Falem bem ou falem mal, mas falem. Comentem no Abelha Fístula. Façam a autora dele ter mais ânimo pra escrever por mais um ano.

Casa na árvore

Quem nunca sonhou com uma casa na árvore? Eu já tive esse sonho. Toda criança já teve esse sonho. Morar em cima de uma árvore, um lugar nada comum pra se ter uma sala, uma cozinha… Sem contar a altura… Mas o mais interessante, quando a gente era criança, era a idéia de morar sozinho, talvez por isso o encanto dessa tal casa na árvore.

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Esse sonho passou e infelizmente, para mim, não se concretizou. Pra falar a verdade tive um certo trauma em relação a isso. Meus primos tinham uma casa na árvore no sítio deles. Então fiquei louca pra ir lá e conhecer, mas… “Mãe, posso ir lá?” “Não, você não pode”. Pois é, minha mãe acabou comigo, mas tudo bem, essa fase passou. O que fica agora é o desejo real (que talvez estivesse escondido no interesse da criança pela tal casa nas alturas) que é o de morar sozinha. Mas esse eu acho que é mais difícil que o outro.  Mas tranqüilo, ainda chegarei lá. Por enquanto vamos ficar imaginando como seria se tivéssemos uma casa na árvore.  Ah… e como eu poderia esquecer?! Tenho uma colega que vive em cima de uma árvore. Ela sim conseguiu.

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